Ensaio para “O Rouxinol”

Clique na imagem para ver o slideshow
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No passado sábado deram-me o privilégio de fotografar “O Rouxinol”, espectáculo de final de ano dos alunos de dança do Maia Club.
Não podendo ir a todos os ensaios, fiz um esforço por estar presente com as alunas mais crescidas, as que se movem mais rápidamente, saltam, rodopiam e se alongam nos mais belos movimentos que o corpo humano pode executar para que o meu teste fosse o mais produtivo possível.
A minha análise num ensaio começa por ser meramente técnica para que durante o espectáculo eu seja livre na minha visão estética, mas o amor que estas meninas têm pela dança rápidamente me faz esquecer os pormenores técnicos para fotografar com o coração!
Como eu adoro fotografar estas bailarinas maravilhosas!
Podem ver o slideshow das fotografias do ensaio aqui.

Uma história a partilhar

Hoje partilho uma história de vida.
A história de uma mulher de 32 anos que acha ter ignorado os sinais mais precoces de um cancro de mama e que quer alertar todas as mulheres do mundo, todos os homens do mundo, para que não cometam o mesmo erro.
Uma mulher a tentar agarrar-se à vida, de unhas e dentes, com quanta força tem e que se rodeou de outras mulheres para poder contar a sua história e a poder espalhar pelo mundo. A maravilhosa fotógrafa Sue Bryce que passou os últimos 23 anos a retratar mulheres, reuniu uma equipa de mulheres maravilhosas para criar este documentário em Paris, a cidade luz, para que a mensagem de Jill não ficasse perdida num canto escuro deste mundo.
Leia mais sobre esta história aqui e veja e partilhe este video:

“How meeting Jill changed my world. This is not a story about cancer. This is a story about love, and it’s a story for all. PLEASE SHARE THIS LINK so Jill’s story can be told to the world.”- Sue Bryce


A film by Hailey Bartholomew. Photographer and Producer Sue Bryce.

Registo experimental

The BluesMan – Slow blues improvisation from Mário Brandão on Vimeo.

Slow blues improvisation

Alguns casos a fotografia, imagem fixa e muda, não resolve, este é um desses casos e apesar de eu não ser um “videógrafo” nem ter a minha mente treinada para a imagem móvel, os recursos que me são oferecidos pelas novas câmaras fotográficas em termos de video são tão bons que, de vez em quando, lá me atrevo a um registo experimental.
Um bom compromisso câmara, tripé, microfone em conjunto com algumas noções básicas e boa música para produção desta imagem fixa cheia de movimento.
Com as minhas próximas experiências vão poder todos seguir a minha evolução e quem sabe para o ano estou a participar no Fast Forward 🙂
Para conhecerem o músico e o seu trabalho visitem The BluesMan.